Decidimos trocar presentes no natal. O meu desespero começou aí.
Eu não sabia o que dar. A cada segundo uma idéia diferente aparecia: perfumes, lingerie, relógio, camisetas, sandálias, bolsas, etc...tudo parecia possível. Nada parecia bom o bastante.
No início do mês ela me perguntou sobre listras.
"Você prefere listras cheias, ou simples?" - ela me perguntou.
"E tem dois tipos de listras?" - foi a minha resposta.
"Você usa mais listras cheias...." - foi a resposta dela. Ela me conhece bem. Isso me assusta às vezes.
Notei que ela não usava muitas jóias, e como dizia Marilyn: os diamantes são os melhores amigos das mulheres.
Bem, eu não posso comprar diamantes, isso é bem verdade, mas não custava nada olhar coisas pelo Alecrim.
Passei a frequentar a sete, conhecida pelas joalherias que se amontoam pela rua.
Entre uma loja e outra, acabei encontrando o presente perfeito: e ele era de prata. Como um sorriso...
Ficaram lindos nela. A corrente parecia que tinha sido feita apartir de um raio de sorriso dela. Os brincos pareciam dois luares em noite sem nuvem.
Vê-la feliz foi o melhor de todos os presentes. Não que eu não tenha gostado da camisa, adorei, mas aquele sorriso meigo, aliado ao beijo de obrigado, foi melhor do que qualquer presente. Melhor que qualquer um!
No final da noite, eu descobrí que eu não me importei com o preço. Me preocupava o sorriso. Não importa quanto se gaste, quando o sorriso é puro e meigo.
Alguém me disse que ela adoraria qualquer presente. E eu teria dado qualquer coisa. Tudo pelo sorriso mais lindo do mundo...tudo....
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
A primeira vez que fui à casa da sogra.
Baixo, sobrancelhas grossas e um aperto de mão bem firme.
Esta foi a primeira impressão que eu tive sobre o pai dela.
Desde o primeiro momento em que nos vimos, Seu Cardoso me tratou como se eu fosse da família.
Mais caseiro e familiar impossível. Foi essa a minha impressão sobre o almoço.
A mãe dela tinha feito uma daquelas galinhas caipiras "torradas", que ela mesma cria, servidas com um feijão com arroz desses que as vovós de novela fazem. A Coca-Cola era coadjuvante.
Conversamos na mesa do almoço, como se eu fosse da família a anos. Eu e ela temos dessas coisas...
A primeira impressão que eu tive, a respeito daquele dia, foi de que aquele seria apenas o primeiro, de muitos almoços em família...muitos...
Esta foi a primeira impressão que eu tive sobre o pai dela.
Desde o primeiro momento em que nos vimos, Seu Cardoso me tratou como se eu fosse da família.
Mais caseiro e familiar impossível. Foi essa a minha impressão sobre o almoço.
A mãe dela tinha feito uma daquelas galinhas caipiras "torradas", que ela mesma cria, servidas com um feijão com arroz desses que as vovós de novela fazem. A Coca-Cola era coadjuvante.
Conversamos na mesa do almoço, como se eu fosse da família a anos. Eu e ela temos dessas coisas...
A primeira impressão que eu tive, a respeito daquele dia, foi de que aquele seria apenas o primeiro, de muitos almoços em família...muitos...
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O Primeiro Encontro.
Nos encontramos em frente ao Portugal Center. Marcamos ás 18:30. Eu cheguei trinta minutos antes. Ela se atrasou 30 minutos...
Ela usava calça jeans escura, blusa verde caída no ombro e um perfume que me lembrou o sorriso de um anjo.
Por falar em sorriso, que sorriso era aquele!
Ela me olhava como se fosse a mulher mais feliz do mundo. Eu tive medo.
Eu tinha medo, e ainda tenho, de que eu não pudesse fazê-la tão feliz quanto aquele sorriso achava que eu faria...
Fomos a uma pizzaria (dica da Larissa) meio perto da casa dela. Ela ainda chama o lugar de "nossa pizzaria".
Chegamos cedo. Fomos os primeiros clientes da noite.
Eu pedí uma água mineral. Ela uma Coca-Cola. A pizza foi meia chocolate, e meia frango com bacon.
Conversamos sobre a vida, o universo e tudo o mais. Falamos de família, amigos, emprego, música, baixaria na tv, filmes, sonhos...e enfim nos beijamos. Na verdade eu a beijei. Ela retribuiu. Era uma terça feira.
Ela me pediu em namoro um pouco antes de eu pedir a conta. Eu aceitei.
Caminhamos pela rua feito aqueles casais apaixonados da novela das oito.
Risos e beijos se confundiam com abraços e olhares apaixonados.
Me sentí como Gene Kelly, cantando na chuva....não me lembro de ter sido tão feliz com alguém...
Ela usava calça jeans escura, blusa verde caída no ombro e um perfume que me lembrou o sorriso de um anjo.
Por falar em sorriso, que sorriso era aquele!
Ela me olhava como se fosse a mulher mais feliz do mundo. Eu tive medo.
Eu tinha medo, e ainda tenho, de que eu não pudesse fazê-la tão feliz quanto aquele sorriso achava que eu faria...
Fomos a uma pizzaria (dica da Larissa) meio perto da casa dela. Ela ainda chama o lugar de "nossa pizzaria".
Chegamos cedo. Fomos os primeiros clientes da noite.
Eu pedí uma água mineral. Ela uma Coca-Cola. A pizza foi meia chocolate, e meia frango com bacon.
Conversamos sobre a vida, o universo e tudo o mais. Falamos de família, amigos, emprego, música, baixaria na tv, filmes, sonhos...e enfim nos beijamos. Na verdade eu a beijei. Ela retribuiu. Era uma terça feira.
Ela me pediu em namoro um pouco antes de eu pedir a conta. Eu aceitei.
Caminhamos pela rua feito aqueles casais apaixonados da novela das oito.
Risos e beijos se confundiam com abraços e olhares apaixonados.
Me sentí como Gene Kelly, cantando na chuva....não me lembro de ter sido tão feliz com alguém...
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Recifeando.
Entrei de férias na segunda feira. Ela conseguiu três dias seguidos de folga.
Fomos pra Recife, capital da antiga Capitania do Pernambuco. Ficamos em uma pousada, com cara de "casa da vovó", bem pertinho da praia de Boa Viagem.
Chegamos no sábado bem cedinho. Tomamos café e fomos pra Olinda.
Ela parecia uma criança subindo e descendo ladeira.
-Amô, tira uma foto minha aqui!
Eu fui o fotógrafo mais feliz do mundo.
À noite, levei ela pro Recife Antigo. Tudo era novo pra ela. De novo, ví a criança linda que há dentro dela.
Voltamos bem tarde pra pousada. Acordamos tarde no domingo. Almoçamos no Shopping Recife.
De quebra, ainda pegamos o finalzinho da parada gay de Recife. Sempre sorrindo...
Voltamos na segunda feira. Ela lavou a minha roupa como se fosse algo usual. Ví alí a mulher perfeita. Me ví envelhecendo com ela.
Tiramos centenas de fotos. Em todas ela sorrí como se fosse a mulher mais feliz do mundo.
Espero que ela continue sendo. Espero continuar dando-lhe sorrisos...sempre felizes. Sempre.
Fomos pra Recife, capital da antiga Capitania do Pernambuco. Ficamos em uma pousada, com cara de "casa da vovó", bem pertinho da praia de Boa Viagem.
Chegamos no sábado bem cedinho. Tomamos café e fomos pra Olinda.
Ela parecia uma criança subindo e descendo ladeira.
-Amô, tira uma foto minha aqui!
Eu fui o fotógrafo mais feliz do mundo.
À noite, levei ela pro Recife Antigo. Tudo era novo pra ela. De novo, ví a criança linda que há dentro dela.
Voltamos bem tarde pra pousada. Acordamos tarde no domingo. Almoçamos no Shopping Recife.
De quebra, ainda pegamos o finalzinho da parada gay de Recife. Sempre sorrindo...
Voltamos na segunda feira. Ela lavou a minha roupa como se fosse algo usual. Ví alí a mulher perfeita. Me ví envelhecendo com ela.
Tiramos centenas de fotos. Em todas ela sorrí como se fosse a mulher mais feliz do mundo.
Espero que ela continue sendo. Espero continuar dando-lhe sorrisos...sempre felizes. Sempre.
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